terça-feira, 10 de outubro de 2017

QUE NOJO

PRECISAMOS DE CRISTO.As doutrinas os dogmas, nas igrejas criaram pessoas sem amor,sem misericórdia, tem muitos que estão doentes.......Calma! não me chamem de herege.Os pensamentos do conservadorismo que são assim, ficam até irônicos, por alguém divergir de seus pensamentos isso é sectarismo. Pessoas religiosas que vivem assim dentro das igrejas estão com a alma pobre sem Jesus só tem teorias, mas nada de Deus.Vemos isso dentro das igrejas pentecostal, e tradicional entre calvinismo e arminianismo, é insanidade estão todos embriagados entorpecidos de ideologia de ódio. Oro a Deus que abra as mentes deles, que Deus tenha misericórdia dos cristão do Brasil. COAM MOSQUITO E ENGOLE CAMELO.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

ESTAREI POSTANDO AQUI 10 LIVROS QUE NÃO FAZ PARTE DA NOSSA BÍBLIA, PARA O CONHECIMENTO HISTÓRICO DE TODOS.

10 livros não incluídos na bíblia


Você sabe o que são os apócrifos? Aqueles livros "bíblicos" que não foram incluídos entre os 66 que formaram as chamadas Escrituras Sagradas .

O Novo Testamento é uma das obras mais influentes do últimos dois milênios. Foi através desses escritos que a maior religião do mundo ocidental moldou o nosso mundo de muitas maneiras sutis. Mas a lista dos 27 livros que hoje conhecemos como o Novo Testamento se uniram gradualmente através de uma série de Concílios até que os livros se tornassem consenso para a maioria dos cristãos.

Esta lista mostra 10 dos livros mais interessantes não incluídos no Novo Testamento. Alguns foram excluídos por razões óbvias, outros provavelmente não serem de aceitação popular, até ser desenterrado em alguma biblioteca particular em meia a milhares de itens, anos mais tarde. Alguns ainda mostram certa obscuridade, e outros ainda não entraram no Canon sagrado dos cristão por um ou outro detalhe não justificável.

A forma em que o Novo Testamento foi composto é algo que, ainda hoje, beira a obscuridade, não havendo informações exatas sobre os critérios para a escolha de uns e descartes de outros.

Esta lista não é destinada a validar ou desacreditar a credibilidade de qualquer livro em particular, mas para fornecer algum contexto para a criação do Novo Testamento.

* Como o Novo Testamento é resultado da opinião ortodoxa da época, foram excluídos textos gnósticos desta lista.

10 - Apocalipse de Pedro

O Apocalipse mais conhecido (livro que descreve as visões do fim dos tempos) é, naturalmente, o Livro do Apocalipse de São João (ou comumente chamado de “Livro das Revelações”), mas nem de longe era o único a ser lido pelos primeiros cristãos. Um dos mais populares e amplamente divulgado foi o Apocalipse de Pedro, escrito em forma de diálogo entre Jesus e seus seguidores. Basicamente, descreve coisas horríveis que acontecem no inferno e as maravilhas que se sucedem no céu, além de apresentar muitos detalhes sobre as punições cabíveis para aqueles que padecem no inferno: Aqueles que são blasfemos são pendurados pela língua, homens e mulheres adúlteras são pendurados pelos cabelos e pés, respectivamente, em óleo fervendo, assassinos são lançados em um abismo com terríveis répteis.

Enquanto isso, os que vão para o céu cantam canções, revestidos em belos corpos, pele incorruptível, vestimentas resplandescente e cheiro agradável.
9 - A Epístola de Barnabé

A Epístola de Barnabé é um livro escrito entre 70 e 130 d.C.. Sabemos que o conteúdo foi escrito após a destruição do templo de Jerusalém, mas antes da rebelião judaica em 132. Ele foi muitas vezes atribuído a Barnabé, companheiro do apóstolo Paulo, mas pode ter referenciado a um outro Barnabé. Este livro coloca-se diretamente entre os debates da época, sobre a relação do cristianismo com o judaísmo. Ele rejeita o valor dos ensinamentos anteriores, no judaísmo, e rejeita todos os aspectos cerimoniais do judaísmo.

A Epístola estabelece interpretações completamente diferentes da Torá que, alega o livro, apontam para a validade do Cristianismo. A Epístola de Barnabé cita um monte do Antigo Testamento, além de Enoque, um dos livros mais fascinantes não incluídos no Antigo Testamento, mas isso fica para outra lista.

8 - Evangelho da Infância de Tiago
Sabemos por várias referências iniciais de que os quatro evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) foram totalmente escritos logo no início da história cristã, muito mais cedo do que os outros 23 livros. No entanto, isso não impediu a criação e disseminação ainda generalizada de outros evangelhos. O interesse na vida – e não só no ministério - de Jesus foi compreensivelmente intensa no mundo cristão primitivo. Todo um gênero de evangelho foi criado especificamente para lidar com a infância de Jesus, chamados apropriadamente de “os evangelhos da infância”. Um dos mais famosos é o “Evangelho da Infância de Tiago”.

Este livro atesta a importância de Maria para os primeiros cristãos, descrevendo seu nascimento original, sua adolescência e, claro, os primeiros anos da vida de Jesus. Faz afirmações sobre a virgindade perpétua de Maria e do envolvimento de Deus na escolha de Joseph. O livro descreve em detalhes o genocídio de crianças por Herodes em Belém, o exílio inicial de Jesus no Egito e paralelos entre o crescimento do messias e seu primo, João Batista. O livro apresenta uma diferença:o nascimento de Jesus ocorre em uma caverna.

7 - Pastor de Hermas

Provavelmente um dos livros mais obscuros para os leitores modernos, embora tenha sido um livro com grande influência nos dois primeiros séculos do cristianismo, muito conhecido para os primeiros cristãos, e muito popular nos séculos 2 e 3, embora quase caiu inteiramente no esquecimento pelo quarto século. O “Pastor” foi referenciado por muitos Pais da Igreja, como Orígenes, Tertuliano, Irineu e Clemente de Alexandria, embora, já na época, fosse considerado muito controverso.

Era usado como escritura sagrada por algumas igrejas primitivas, e desprezado por outras. Orígenes cita como escritura, mas Tertuliano e Clemente de Alexandria considerá-lo como texto herético. No entanto, foi influente para muitos e, portanto, deve ser observado. O Pastor de Hermas é um livro alegórico, escrito – quase todo - na primeira pessoa, descrevendo as visões de Hermas, um ex-escravo. Também inclui 12 mandamentos e 10 parábolas, direcionadas principalmente no trato com a ética cristã e a importância de ser fiel.

6 – 1ª de Clemente

1ª de Clemente é uma das duas cartas (mais uma vez para a igreja em Corinto) atribuída ao Papa Clemente de Roma. O primeiro é realmente acreditado por muitos estudiosos como um dos primeiros não-canônicos escritos cristãos que foram escritos pelo autor atribuído. Isso por si só torna uma raridade entre os primeiros textos cristãos. Era bem aceito na época e é influencia em várias listas finais de importantes textos cristãos. Junto com a Didaqué, é um dos primeiros livros escritos que, eventualmente, tendo todos os possíveis pré-requisitos, não foram incluídos no Novo Testamento, mesmo sendo datado em cerca de 95 d.C.

O livro, em si, foca nos conflitos da disputa na Igreja de Corinto, e sobre a remoção de vários líderes da igreja, além da uma remoção de objetos pessoais de Clemente.

5 - Evangelho de Tomé

Eis um dos livros mais famosos não incluídos no Novo Testamento. O Evangelho de Tomé não é um livro que foi passado através dos tempos pela tradição, como os outros, mas foi redescoberto como parte da Biblioteca de Nag Hammadi, em 1945. Não temos nenhuma evidência que tenha sido amplamente lido pelos primeiros cristãos e as poucas referências se referem a ele como herético. O Evangelho de Tomé é interessante pela diferença da estrutura em relação aos quatro evangelhos tradicionais: é uma coleção de ditos atribuídos a Jesus, em vez de uma narrativa da vida do Mestre, que inclui alguns dos seus ensinamentos. O Evangelho de Tomé foi um dos livros mais estudados e não incluídos no Novo Testamento, devida a forma que foi redescoberto, e a natureza de seu conteúdo interessante. Ao contrário dos evangelhos narrativos, este livro não menciona a morte e ressurreição de Jesus, mas concentra-se, em vez disso, nos ensinamentos, e como eles nos levam a vida eterna, quando adequadamente compreendida.

4 - A Didaqué

A Didaqué ou "doutrina do Senhor dos Doze Apóstolos" é um dos “apócrifos” mais apreciados pelos estudantes da área. A Didaqué é, basicamente, um “passo-a-passo” para uma vida cristã:

A primeira seção é sobre como os cristãos devem aplicar os mandamentos de Deus. A segunda seção trata dos Sacramentos (Batismo, Eucaristia e jejum). A terceira é sobre a estrutura da Igreja.

A Didaqué foi seriamente considerada para inclusão no Novo Testamento por alguns, nos primeiros dias da Igreja Cristã. É fascinante imaginar como este livro teria afetado as divisões nas igrejas que surgiram ao longo dos próximos 2000 anos. Argumentos sobre o Batismo e a Eucaristia (ceia), principais pontos de divisão, teriam sido drasticamente alteradas se este texto tivesse sido incluído. Regras para esses ritos principais - os únicos realmente obrigatórios - incluídos no cânon poderiam ter impedido alguns dos mais drásticas cisões, ou criar outras piores.


3 - Epístola perdida aos Coríntios

1ª e 2ª carta aos Coríntios, é claro, são os pilares principais das epístolas de Paulo no Novo Testamento. Estas cartas são a base da Ética Cristã e da importância de Paulo, mas havia outras cartas entre Paulo e a Igreja em Corinto. A primeira aparentemente foi escrita antes de 1 Coríntios e é referenciada por Paulo em 1 Coríntios 5:9 "Eu escrevi para você em minha carta (anterior) para não se associar com pessoas sexualmente imorais."

Nós se tem evidências desta carta ter sido escrita a partir desta referência . Seria fascinante ver a outra correspondência onde Paulo exorta aos moradores cristãos de Corintho, mas esta é aquela informação provavelmente perdida para sempre. Isso nos leva a ...


2 - Terceira carta aos Coríntios

Em segundo lugar dessa lista, está a Terceira Epístola aos Coríntios. Esta carta sobreviveu e foi incluído em algumas listas iniciais de documentos sagrados, mas por volta do século 4, não foi considerada válida. Ao contrário das 1ª e 2ª Epístolas, e é considerada pela maioria dos estudiosos ter sido escrita por alguém que não Paulo. A 3ª carta, em sua maior parte, trata de corrigir a interpretação dos dois primeiros livros e, provalvelmente foi escrita na intenção de advertir os considerados hereges.

1 - o Documento Q

Quem diria que o “apócrifo” mais bem cotado para a primeira posição não tem prova de existência, embora seja óbvio que foi a matriz de todos os outros evangelhos sínóticos.

Um livro que não tem nenhuma evidência sequer que existe. O suposto documento Q é um evangelho de hipotéticos ditos, que explicaria as semelhanças entre os três evangelhos sinóticos: Mateus, Marcos e Lucas. Sua existência foi postulada pela primeira vez em 1900 pelos estudiosos que tentam compreender a semelhança entre os três livros. Todos os três Evangelhos compartilham histórias, frases e citações diretas. Algumas passagens surgem entre dois, e alguns entre as três, mas nenhum livro contém todas as semelhanças. Marcos tem mais em comum com Mateus e Lucas, mas há partes de Mateus e Lucas que não estão em Marcos. Além disso, cada livro contém trechos únicos, que não estão em nenhum dos outros livros. Isso torna difícil determinar qual deles foi escrito primeiro, em relação aos outros.

Diferente de hoje, não havia tradição em referenciar origens estritas ao escrever. A hipótese Q afirma que haveria um quarto evangelho, originando todos (complementando partes que faltam de São Marcos) do material semelhante ao utilizado nos três evangelhos. Este documento teria sido amplamente difundido em toda a Igreja cristã primitiva, sendo esta a fonte de material para a criação dos evangelhos sinóticos. Tudo isso são hipóteses, já que não há uma cópia (parcial ou completa) deste livro, nem a este evangelho misterioso, em qualquer primeiros escritos cristãos. O debate “hipótese Q” ainda é intenso nos círculos de estudo nos dias de hoje, incluindo muitos estudiosos que fizeram carreira em cima do assunto, tanto em apoio como em oposição à sua existência.      
 
Via: http://www.cristaoconfuso.com

terça-feira, 26 de setembro de 2017

QUEM TEM RAZÃO: CATÓLICOS OU PROTESTANTES?



QUEM TEM RAZÃO: CATÓLICOS OU PROTESTANTES?


  APOLOGÉTICA Mensagem: 24.10.03 Irmão amado, Caio Fábio. Graça e Paz! Que o Senhor Deus esteja te abençoando, guardando e te fortalecendo cada vez mais. Tenho visitado muito o seu site. Como me faz crescer! Leio seus artigos e também as respostas que o irmão, carinhosamente, dá a todos aqueles que escrevem pedindo conselhos, etc. Gostaria imensamente que o senhor lesse este artigo que está circulando na internet e, se possível, falasse a respeito dele para nós. Eu fui mais de 35 anos católica, com muitas atividades dentro da Igreja. Tenho 5 anos de convertida, e pertenço à uma igreja histórica que se tornou pentecostal. Tenho 63 anos, 4 filhos e 4 netos. Com muito carinho, irmão Caio, receba o meu afetuoso abraço em Cristo Jesus, Anna ******************************** Transcrevo agora o texto na íntegra, conforme me foi enviado. Volto ao final a fim de dizer o que penso. Caio. ********************************* Aí vai o artigo de que lhe falei: VEJAM O QUE ESTÁ ROLANDO NA INTERNET. Alguém supostamente "católico" escreveu 20 motivos pelos quais ele não era protestante, então alguém "protestante" resolveu refutar as questões. "Vinte razões por que não sou protestante" Circula pela internet um artigo de apologética, sob o título acima, que resume o pensamento da Igreja Católica sobre os protestantes. A pedido de um irmão da Fé Reformada, elaboramos a devida refutação a cada uma das questões levantadas. Vejamos: 1- Não sou protestante porque o protestantismo não existe desde o princípio do Cristianismo. Surgiu 1500 anos depois da era Apostólica. Suas igrejas são locais, regionais ou nacionais, não existindo uma Igreja Universal. R - Mas o Cristianismo existe e é dele que fazemos parte. O Cristianismo é Universal. O católico Martinho Lutero, um dos expoentes da Fé Reformada, teve a coragem de protestar contra a venda de indulgências, um comércio que estava denegrindo o Cristianismo. A partir daí, o Cristianismo, sob a graça de Deus, seguiu seu caminho livre das heresias. A ruptura foi necessária num momento em que o catolicismo pretendia se estender por todo o mundo, sempre com a ameaça de colocar na fogueira seus opositores. Então o Cristianismo seguiu seu caminho com a verdade bíblica, tendo unicamente Jesus como Senhor, Mediador, Advogado e Intercessor, conforme as Escrituras. 2 - Não sou protestante porque apesar da afirmação de que somente a Bíblia deve ser considerada como norma de fé e prática, eles não concordam entre si no tocante a pontos importantes, entrando assim, em contradições. São mais de 20.000 mil denominações diferentes. Cada uma pregando uma suposta verdade. R - Ser a Bíblia a norma de fé e prática do cristão não é uma afirmação dos crentes; é uma declaração da própria Palavra de Deus (Rm 10.17; 2 Tm 2.15; 3.16-17 ;4.2). Há muitas denominações registradas em cartório, mas existe unidade na fé em Cristo Jesus. Desprezamos dogmas criados por homens. Não comemos pelas mãos dos outros. Cada crente examina as Escrituras, e debate, e troca opiniões, assim como faziam os primeiros cristãos. Vejam: "Estes foram mais nobres do que os de Tessalônica, pois de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (Atos 17.11). A Bíblia chama de "nobre" aquele que examina a Palavra e dela tira suas próprias conclusões. Somos uma só fé, uma só religião, uma só doutrina. Só adoramos o Santo dos santos, Aquele que morreu em nosso lugar. Não louvamos, nem adoramos, nem suplicamos a outros deuses (Mateus 4.10). Se alguma denominação ensina outro Evangelho, não faz parte do Corpo de Cristo, não é considerada cristã, não é Igreja de Jesus. 3- Não sou protestante porque atribuem a si próprios o direito de interpretar a Bíblia. Acreditam ter uma iluminação pessoal vinda do Espírito Santo sem intermediários, ou seja, sem a Igreja. O mais interessante é a diferença que o Espírito Santo manifesta em cada uma das centenas (talvez milhares) de ramificações do protestantismo. R - Fazemos o que Deus quer que façamos, ou seja, que nos dediquemos à leitura de sua Palavra, e nela meditemos dia e noite (Salmos 1), pois sabemos que "toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra" (2 Tm 3.16-17). O acesso à Bíblia não é proibido na Igreja de Cristo. Qualquer um pode ler; tendo dúvida, pede ajuda aos mais entendidos. Para isso, há escolas dominicais e cursos teológicos. Todo crente deve saber manejar bem a palavra da verdade para apresentar-se a Deus aprovado (2 Tm 2.15). Deus não quer ignorantes de Sua Palavra. Podemos recorrer também ao Espírito Santo que não está preso numa redoma de ouro e guardado num cofre; Ele está em nós (Sl 51.11; Lc 11.13; At 2.4; Ef 1.13; Rm 8.9; 1 Co 3.16,19) e nos ajuda em nossas fraquezas, pois Ele é uma Pessoa (Rm 8.16,26; Lc 12.12; 14.26; 1 Co 2.13). Temos iluminação pessoal? E Jesus não disse que somos a luz do mundo e sal da terra (Mt 5.13,14)? 4- Não sou protestante porque a doutrina não tem unidade, as igrejas não são infalíveis em questões de moral e fé. Suas hierarquias não são rígidas, os preceitos são secundários. A salvação está em somente crer em Cristo, mas sabemos que não basta somente crer, pois, é preciso viver a fé, e vivê-la em santidade. Daí os Mandamentos. Daí a moral que a Igreja ensina. Dizer que a salvação vem somente do crer em Cristo, é continuar vivendo vida injusta ou dissoluta, é mentir à própria consciência. R - E os papas são infalíveis? E as histórias repugnantes sobre diversos papas? E a diabólica Inquisição? E o perdão pedido aos chineses, aos aborígine, a Galileu? Não é o reconhecimento de erros cometidos pelo catolicismo? A rigidez moral do catolicismo funciona? E o caso de assédio e violência sexual de sacerdotes católicos contra religiosas, em 23 países, para ficar só neste exemplo? Ensinamos o que ensina a Palavra. A fé no Senhor Jesus envolve arrependimento dos pecados; sem isso não há perdão nem salvação. A santidade faz parte da vida cristã. Quem nos convence do pecado é o Espírito Santo (João 16.8). As boas obras são decorrentes dessa fé salvífica. QUEM NELE CRÊ NÃO SERÁ JULGADO; QUEM NÃO CRÊ JÁ ESTÁ CONDENADO, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus (palavras de Jesus (Jo 3.18). Vejam também Romanos 10.9. Acontece que o catolicismo ensina a salvação pelas obras; mas não somos salvos pelas obras, mas para as boas obras (Ef 2.8). Ademais, "o justo viverá pela fé" (Romanos 1.17) 5- Não sou protestante porque apesar deles lerem a Bíblia (embora sem alguns livros e com interpretações diversas) não possuem nenhuma autoridade superior Infalível, para declarar que uma palavra tem tal sentido, e exprime tal verdade. R - Qual seria a autoridade infalível na Terra? Só surgiu um homem assim: Jesus Cristo, porque não tinha a mancha do pecado. A Palavra diz: "Seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso", e que "não há um justo, nem um sequer" (Rm 3.4,10). Não temos um PAPA falível, mas temos um Papai do Céu infalível capaz de suprir todas as nossas necessidades (Fp 4.19). "O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará" (Salmo 23). 6 - Não sou protestante porque eles negam a Tradição oral. Sendo que na própria Bíblia, Paulo recomenda os ensinamentos de viva voz (Tradição) que nos foram transmitidos por Jesus e passam de geração em geração no seio da Igreja, sem estarem escritos na Bíblia. Confira em (2 Tim 1,12-14). R - Negamos a Tradição Oral porque ela foi a maior fonte de problemas já na teologia do Antigo Testamento, torcendo as palavras já escritas na Torah; e ela também tem sido comprovadamente a maior fonte de heresias no meio da Igreja Romana. No caso do Antigo Testamento, dizia Jesus aos fariseus: "MC 7.9 - "E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição". Note-se que Deus não deixou nada escrito, tanto no Antigo Testamento como no Novo. Mas a existência de ESCRITURA deixada por Moisés e outros homens de Deus limitou todos os sermões de Jesus a somente o que estava escrito. Ele combatia tudo o que se afastasse do que estava escrito. Paulo e os demais apóstolos podiam aconselhar os irmãos a seguir o que dissessem, pois estavam VIVOS e seu testemunho era real. Após suas mortes, tudo o mais que alguém poderá dizer que ouviu deles é mera especulação. Tome-se por exemplo a Igreja da Galácia: tinha sido evangelizada e fundada PESSOALMENTE pelo apóstolo (At 18:23), mas isso não impediu que os crentes ali logo perdessem a fé genuína para os judaizantes, obrigando Paulo a, POR ESCRITO, trazê-los de volta à verdadeira fé: "(GL 4:11) - Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco". "(GL 4:18) - É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco" "(GL 5:7,8) - Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chamou". E Paulo termina sua pregação, por estar ausente, por meio de documento escrito: "(GL 6:11) - Vede com que grandes letras vos escrevi por minha mão". Se isso aconteceu num curto período de tempo, ainda em vida do Apóstolo que evangelizou os gálatas pessoalmente e em sua ausência se perderam, o que não dizer de séculos de ignorância quando a Igreja de Roma inclusive PROIBIA a leitura da Bíblia por seus seguidores? A maior prova da falha da tradição oral está na Cronologia dos Dogmas, com doutrinas humanas criadas em épocas muito tempo após a morte dos apóstolos, sendo que não se encontra nenhum documento anterior prescrevendo tal doutrina na Igreja Primitiva (tais como Purgatório, Assunção de Maria, Concepção Imaculada de Maria, Oração pelos mortos, etc). Acreditar na Tradição Oral que nunca foi registrada na Igreja do primeiro século é combater o próprio ensino de Paulo, que escrevia cartas e mandava que fossem lidas em todas as Igrejas, intercambiando com outras que já havia escrito: "CL 4:16 - E, quando esta epístola tiver sido lida entre vós, fazei que também o seja na igreja dos laodicenses, e a que veio de Laodicéia lede-a vós também". "1TS 5:27 - Pelo Senhor vos conjuro que esta epístola seja lida a todos os santos irmãos". E outra coisa importante: este argumento católico se baseia na carta a Timóteo, certo? Vejamos tal carta em sua totalidade: 1. Em todas as orientações que foram dadas sobre comunicação oral, os apóstolos ordenavam sobre pronomes pessoais: "palavras que de MIM tendes ouvido"; 2. Paulo nunca mandou alguém a obedecer quem não fosse apóstolo e queria que fosse ensinado o que saiu dele mediante TESTEMUNHAS: "(2Tm 2:2) - E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros". 3. Paulo recomenda a perfeição do obreiro de Deus pela Palavra escrita e não incluiu a tradição em pé de igualdade: "(2Tm 3:16,17) - Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra". Mais um detalhe: para ser apóstolo, deveriam existir dois requisitos básicos: "(At 1:20-22) - Porque no livro dos Salmos está escrito: Fique deserta a sua habitação, E não haja quem nela habite. Tome outro o seu bispado. É necessário, pois, que, dos homens que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até ao dia em que de entre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição". Nenhum outro homem, além dos doze, merecia tal título. Paulo foi chamado Apóstolo dos Gentios devido ao seu chamado, não se considerava como um dos doze e depois dele nenhum outro homem mereceu este título, por não preencher os requisitos básicos do apostolado. Portanto, a autoridade apostólica morre com o último apóstolo, João, restando seus ensinamentos escritos, o que aliás foi o mais importante critério para determinação do Cânon do Novo Testamento pela Igreja Primitiva. 7- Não sou protestante porque algumas denominações batizam crianças, outras não as batizam; algumas observam o domingo; outras, o sábado; algumas têm bispos; outras não os têm; algumas têm hierarquia; outras entregam o governo da comunidade à própria congregação; algumas fazem cálculos precisos para definir a data do fim do mundo. Outras não se preocupam com isto, etc. R - Se divergências operacionais ou de entendimento da Escritura fossem critérios para determinação de legitimidade, nunca a Igreja de Roma poderia ter tal título. O simples fato de ter um nome único de denominação não excluiu a verdade que os católicos possuíssem verdadeira bagunça doutrinária, ontem e hoje. Exemplos: a Inquisição era considerada divina a seu tempo, hoje é considerada ignorância pelos próprios católicos; as ordens de padres têm, cada uma, estilos de vida próprios e ensinos de santidade diferentes, como os franciscanos, os dominicanos, os adeptos da Tradição, Família e Propriedade (que negam a submissão ao papa), a Renovação Carismática (que para muitos padres ainda é mal vista e tratada como facção). Curiosamente, existe um livro chamado "Como Lidar com as Seitas", do padre Paulo H. Gozzi, que diz textualmente, ao tratar das divergências internas da Igreja de Roma: "Há lugar para todo mundo na Igreja, para cada jeito de viver a fé e a comunhão. Há variedade de serviços, de dons, de atividades, mas o Espírito que dá essa diversidade é o mesmo. As diferenças existem para o enriquecimento espiritual de uns e outros, jamais para dividir e separar uns dos outros. Quem não gosta do jeito de um grupo, não precisa participar dele, participe de outro. Quando é que vamos aprender a viver em paz e harmonia e pluralismo, aceitando o jeito diferente de cada um ser o que é, dentro da mesma Unidade?" (páginas 64 e 65 da referida obra, 4a. edição da editora Paulus). É bom mesmo que esse padre pense assim, pois ele diz na página 39, ao falar sobre o Saravá - o Baixo Espiritismo: "Não devemos fazer acusações injustas, achando que essas religiões são do demônio (...) E nessa cultura tribal foram criando mitos e lendas religiosas que explicam os mistérios da vida, passando tudo isso de pai para filho. Essas religiões africanas são belas, puras e merecem o nosso profundo respeito". Garanto que o Vaticano não pensa assim. Pelo menos três padres que conhecemos pensam BEM DIFERENTE disso... e onde está a unidade doutrinária, afinal não é um livro publicado por uma editora católica, que não imprime nada que seja protestante? Não vamos mais longe: e o Padre Quevedo, que diz que o diabo não existe e não existem possessões demoníacas, contrariando o próprio Evangelho? Onde está a orgulhosa unidade católica, já que um herege como este não é excomungado por chamar o próprio Jesus de mentiroso? E, quanto ao hiato entre Cristo e os protestantes, temos a afirmar duas coisas: 1. Esse hiato existe doutrinariamente e historicamente somente com a Igreja Católica de Roma, pois Jesus nunca fundou denominação alguma com base em Roma (cuja fundação foi num concílio presidido por um imperador romano, 3 séculos depois de Cristo) e também o fundamento não foi Pedro, foi o próprio Cristo, segundo afirmação do próprio apóstolo em sua carta (1PE 2:3,4,6) - "Se é que já provastes que o SENHOR é benigno; E, chegando-vos para ele, pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa", Por isso também na Escritura se contém: "Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; E quem nela crer não será confundido". Paulo disse a mesma coisa: 1Co 3:11 -" Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo". EF 2:20 - "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina. 2. Mais importante que o hiato temporal, é o hiato Doutrinário, e nesse aspecto a Igreja Protestante ficou muito mais perto de Cristo ao voltar-se SOMENTE aos escritos apostólicos, recusando as dezenas de dogmas errados da igreja de Roma, mediante o lema "SOLA SCRIPTURA". 8- Não sou protestante porque há passagens da Bíblia que eles não aceitaram como tais; a Eucaristia, por exemplo, Jesus disse claramente: Isto é o meu corpo (Mateus 26,26) e Isto é o meu sangue (Mateus 26,28). R - Jesus também disse, claramente: "Eu sou a porta. Todo aquele que entrar por mim, salvar-se-á. Entrará e sairá, e achará pastagens" (Jo 10.9). Só um louco interpretaria literalmente essa palavra e admitiria que Jesus é uma porta e que os cristãos são ovelhas comedoras de capim. Ele disse: "Eu sou a videira verdadeira [fonte de vida espiritual], e meu Pai é o agricultor; vós sois os ramos" (Jo 15.1,2,5) Nem por isso admitimos que Jesus é uma árvore, o Pai é um plantador de arroz, e os cristãos são ramos. Está claro que essas expressões são figurativas. Ao dizer "Isto é o meu corpo" estava dizendo, realmente "Isto representa o meu corpo". Se levarmos em conta a interpretação literal, Jesus ao levantar o pão estaria levantando seu próprio corpo. Ademais, naquela oportunidade, como todas as vezes por ocasião da ceia do Senhor, o pão continua com gosto e sabor de pão, bem como o vinho continua com o cheiro e sabor de vinho. Esses elementos não se transformam numa mágica no corpo de Jesus. Se assim fosse, Jesus teria engolido a Si próprio. Jesus não entra em nós pela ingestão do Seu corpo, mas entra em nossa vida quando O aceitamos de todo o nosso coração como Senhor e Salvador (Rm 10.9). 9- Não sou protestante porque os supostos intérpretes da Bíblia não aceitam a real presença de Cristo no pão e no vinho consagrado, sendo que em (João 6,51) Jesus afirma: O pão que eu darei, é a minha carne para a vida do mundo. Aos judeus que zombavam, o Senhor tornou a afirmar: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Pois a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue é uma verdadeira bebida. R - A leitura e interpretação da Bíblia não devem ser privilégio de um grupo governante como na seita testemunhas-de-jeová e no catolicismo. Todos podem ler e interpretar livremente a Palavra de Deus, que é dirigida a todos indistintamente. Sobre o assunto eucaristia já falamos anteriormente. O pão não se transforma no corpo de Cristo. Ademais, Jesus instituiu a ceia em MEMÓRIA, para recordação do Seu sacrifício na cruz. Vejam: "Fazei isto em memória de mim" (1 Co 11.24-25). O sacrifício de Jesus não pode e não deve ser RENOVADO TODOS OS DIAS. Vejam: "Pois Cristo padeceu uma única vez pelos pecados" (1 Pe 3.18). Ele não precisa morrer outras vezes. Então, o culto da ceia do Senhor não objetiva crucificá-LO outra vez, mas recordar a Sua morte expiatória. "Comer a minha carne e beber o meu sangue" não pode ser interpretado literalmente, pois Deus não aprovaria um ato de antropofagia (comer carne humana com suas vísceras, cabelos e unhas). Nem sempre o significado de um texto é o significado literal, como mais acima foi explicado. Quando lemos que Ele é a pedra angular, o real fundamento da Igreja (1 Co 3.11; Ef 2.20) não podemos entender que Jesus seja realmente uma pedra. São figuras de linguagem. Vejamos os comentários de Norman Geisler em seu Manual Popular de Dúvidas: "Há muitas indicações em João 6 de que Jesus literalmente queria dizer que a sua ordem para comer a sua carne deveria ser considerada de uma maneira figurada. Primeiro, Jesus afirmou que a sua declaração não deveria ser tomada com um sentido materialista, quando ele disse: "as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (Jo 6.63). Segundo, seria um absurdo e um canibalismo considerá-la com um sentido físico. Terceiro, Ele não estava falando da vida física, mas da "vida eterna" (Jo 6.54). Quarto, ele chamou a si de "o pão da vida" (Jo 6.48) e contrastou esse pão com o pão físico (o maná) que no passado os judeus comeram no deserto (Jo 6.58). Quinto, Ele usou a figura do "comer" a sua carne paralelamente à idéia de "permanecer" nele (cf.Jo 15.4-5), que representa outra figura de linguagem. Sexto, se comer a sua carne e beber o seu sangue fosse tomado literalmente, isso seria contradizer outros mandamentos das Escrituras, que ensinam a não comer carne humana nem sangue (cf. At 15.20)". Ademais, a salvação não está em comer o corpo de Jesus, mas em crer e obedecer (Jo 3.18,36; 5.24; 6.35; 7.38; 11.25; Atos 10.43; 13.39;16.31; Rm 1.16;10.9). 10- Não sou protestante porque os mesmos não reconhecem o primado de Pedro, sendo que o próprio Jesus disse;Tu és Pedro (Kepha) e sobre esta pedra (Kepha) edificarei a minha Igreja; (Mateus16,18). R - "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja" (Mt. 16.13-20). O catolicismo vale-se dessa passagem para afirmar que os papas são sucessores de Pedro. Nenhum dos modos de entender essa passagem dá suporte à posição católica. "Sobre esta pedra" poderá referir-se à firme declaração de Pedro, de que Jesus era "o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16.16). Admitida a hipótese de a referência ser a pessoa de Pedro, este (Petros, pedra, em grego) seria apenas uma pedra no fundamento apostólico da Igreja (Mt 16.18), não a rocha. Pedro admitiu que Cristo é a principal pedra, a pedra principal, angular, preciosa, de esquina (1 Pe 2.7-8). E mais: a. No primeiro concílio em Jerusalém, Pedro apenas introduziu o assunto (At 15.6-11). Tiago teve participação mais importante: assumiu a reunião, deu seu parecer e fez um pronunciamento final (At 15.13-21). b. Paulo não diz que Pedro é a coluna da Igreja, mas que as "colunas" (no plural) são "Tiago, Cefas e João" (Gl 2.9); c. Paulo declarou que a Igreja é edificada "sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Jesus Cristo, a pedra angular" (Ef 2.20); d. Pedro não instituiu o celibato, pois era casado (Mt 8.14); e. Pedro não era e não se considerava infalível, pois foi advertido por Paulo porque ele não procedia "corretamente segundo a verdade do Evangelho" (Gl 2.14); f. A Bíblia diz que Cristo é o fundamento da igreja cristã, e que "ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo" (1Co 3.11); A Igreja primitiva perseverou na "doutrina dos apóstolos", e não na de Pedro (At 2.42). Finalmente, Pedro não aceitava adoração (o beija-mão, o ajoelhar-se aos pés) conforme Atos 10.25-26. 11- Não sou protestante porque eles não aceitam o sacramento do perdão e da reconciliação. Sendo que Jesus entregou aos Apóstolos e seus sucessores, a faculdade de perdoar ou não os pecados, e agir em nome dele. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem não perdoardes, não serão perdoados" (Jo 20,23) R - Pecadores não possuem poderes para perdoar pecados. O perdão dos pecados passa necessariamente pelo arrependimento sincero, e nenhum humano teria condições de saber quem está realmente arrependido. Só Deus pode perdoar pecados. Nem perdoamos nem vendemos perdão. Tiago 5.16 fala que devemos relatar nossas fraquezas uns aos outros, buscar auxílio mútuo em oração. É claro, mediante arrependimento os pecados serão perdoados por Deus. A Bíblia se explica a si mesma. Veja: "Se o meu povo... se humilhar, e orar e buscar a minha face, e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e PERDOAREI OS SEUS PECADOS..." (2 Cr 5.17). Não se vê Pedro e Paulo, ou qualquer apóstolo, antes ou depois da ascensão de Jesus, perdoando pecados. Quando perguntaram a Pedro como proceder para ser justificado, ele respondeu: "Arrependei-vos e convertei-vos, para que SEJAM APAGADOS OS VOSSOS PECADOS, e venham os tempos de refrigério pela presença do Senhor". Quando os escribas afirmaram que só Deus pode perdoar pecados, Jesus não corrigiu (Mc 2.7-12). Assim como os sacerdotes não podem salvar pecadores, mas podem anunciar a salvação dos arrependidos, segundo a Palavra, da mesma forma não podem perdoar pecados, mas proclamar o perdão dos que se arrependem, segundo a Palavra. Assim podemos entender João 20.23. 12- Não sou protestante porque Jesus disse que edificaria sua Igreja sobre Pedro (Mateus 16,18), e as igrejas protestantes são constituídas sobre Lutero, Calvino, Knox, Wesley,etc...Entre Cristo e estas denominações há um hiato...Somente a Igreja Católica remonta até Cristo. R - Uma pessoa humana não poderia ser a pedra de sustentação da Igreja de Cristo. Somente o próprio Cristo é a pedra angular (At 4.11; Ef 2.20), pedra espiritual (1 Co 10.4), pedra principal de esquina (1 Pe 2.7). Cristo é o fundador de Sua Igreja, "pois ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo" (1 Co 3.11). "Não somos estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular. Nele todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor; e nele também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito" (Ef 2.19-22). 13- Não sou protestante porque Jesus prometeu à sua Igreja que estaria com ela até o fim dos tempos (Mateus 28,20), e os mesmos se afastam da única Igreja de Cristo, para fundar novas igrejas; que se vão dividindo, subdividindo e esfacelando cada vez mais, empobrecendo e pulverizando a mensagem do Evangelho. R - Jesus Cristo conviveu numa época onde havia diversos tipos de denominações entre os judeus: saduceus, fariseus, herodianos e os zelotes. Não existe NENHUMA, sequer uma crítica a essa divisão por parte do Senhor Jesus em todos os Evangelhos. Nesse ponto, não importa se os nomes das placas são diferentes; importa se o Evangelho é pregado em sua forma mais pura: 1Co 1:23 - "Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos". Nunca, em momento algum, Cristo determinou que denominações seriam prova de inautenticidade, mas sim Ele prezava que as diferentes denominações não tivessem ERROS DOUTRINÁRIOS para com as Escrituras... e esse é justamente o ponto onde a Igreja de Roma erra, preocupando-se somente com o nome da placa. Matam-se os mosquitos, mas dá-se passagem ao elefante... 14- Porque o subjetivismo protestante entra pelos caminhos do racionalismo e vêm a ser os mais ousados roedores das Escrituras (tal é o caso de Bultmann, Marxsen, Harnack, Reimarus, Baur...) Outros preferem adotar cegamente o sentido literal, sem o discernimento dos expressionismos próprios dos antigos semitas; o que distorce, de outro modo, a genuína mensagem Bíblica. R - No dia que a Igreja de Roma excluir o Padre Quevedo, que diz que o diabo não existe, no dia que a Igreja de Roma excluir os padres que acreditam em reencarnação, como os exibidos no Fantástico de 11 de Novembro/2001, no dia que a Igreja de Roma excluir o padre Gozzi que acha belo e puro o Candomblé, nesse dia eu vou acreditar que a Igreja de Roma não aceita SUBJETIVISMOS em seu meio... antes disso... é mera HIPOCRISIA E FALÁCIA. 15- Não sou protestante porque quem lê um folheto protestante dirigido a Igreja Católica, lamenta o baixo nível das argumentações, sendo imprecisas, vagas, ou mesmo tendenciosas; afirmam gratuitamente sem provar as suas acusações; baseiam-se em premissas falsas, datas fictícias, anacronismos etc. R - A acusação recai sobre o acusador. Vemos nessas VINTE RAZÕES os erros pelos quais somos acusados. Ou seja, o baixo nível da argumentação, quase inexistência de uma base bíblica; um modo tendencioso de nivelar todas as denominações evangélicas, classificando-as como seitas. Em resumo, dizendo que fora do catolicismo não há salvação. São os mesmos erros cometidos no tempo de Martinho Lutero. O catolicismo seria o guardião da verdade. Mas Jesus disse claramente que quem nele crê não será condenado. A Bíblia diz claramente que a salvação é pela graça, mediante a fé (Ef 2.8). Não vem pelo batismo, nem pela ingestão do pão, nem pelo casamento, pelo crisma ou por qualquer outra obra. O ladrão da cruz apenas creu, e foi salvo (Lc 23.43). Uma coisa é acusação, outra é apontar as heresias e apresentar argumentos bíblicos. 16- Não sou protestante porque: eles protestam, criticam, censuram a fé Católica para substituí-la pela negação, pela revolta contra a autoridade do Papa etc. Esse é o laço que os une, pois a essência do protestantismo é a negação da Igreja Católica. R - É um erro a expressão "fé católica". Não existe fé católica nem fé evangélica, mas simplesmente a fé no Senhor Jesus, o nosso Salvador. Milhões substituíram a fé católica pela fé em Jesus. Ninguém será salvo por pertencer a esta ou àquela denominação. A salvação é pessoal e depende de nossa fé em Jesus Cristo (Jo 3.18; Rm 10.9; At 16.31). Não atacamos o Papa ou quem quer que seja. Quem assim faz não está se comportando como verdadeiro cristão. O Papa é autoridade máxima no catolicismo, mas não no Cristianismo. Logo, como não pertencemos ao catolicismo não estamos sob a autoridade papal. Negamos a Igreja Católica, mas não negamos a Cristo Jesus. 17 -Não sou protestante porque cada qual dá à Escritura o sentido que julga dar, e assim se vai diluindo e pervertendo cada vez mais a mensagem revelada. Lêem apenas, mas tem grandes dificuldades de estudarem a Bíblia e as antigas tradições do Cristianismo. R - Carece de prova a afirmação de que cada evangélico dá a interpretação que deseja dos textos bíblicos. As denominações evangélicas possuem teólogos, faculdades de teologia, escolas bíblicas, toda uma estrutura para orientar, ensinar, tirar dúvidas. Não há nenhuma norma proibindo a leitura da Bíblia, como aconteceu antigamente no catolicismo. Julgamos que todos são capazes de entender a Palavra de Deus (2 Tm 3.16-17). Dizer que temos grandes dificuldades "de estudar" a Bíblia é faltar com a verdade. É exatamente o contrário. Os evangélicos estão sempre portando a sua Bíblia. Ocorre o contrário no catolicismo, onde a maioria não tem o hábito de pelo menos ler as Escrituras. O protestantismo se torna inaceitável ao Cristão que reflete é o subjetivismo que o impregna visceralmente. A falta de referenciais seguros, garantidos pelo próprio Espírito Santo (conforme João 14,26 e João 16,13I), é o principal ponto fraco ou calcanhar de Aquiles do protestantismo. R - Muito pelo contrário, o protestantismo tem-se tornado aceitável pelos que descobrem a verdade. É protestantes no Brasil. Todos os que vieram do catolicismo optaram pelos referenciais seguros apresentados pela igreja evangélica porque extraídos diretamente da Palavra. A Bíblia Sagrada é o ponto forte dos protestantes (1 Tm 2.2.15; 3.16-17). 19- Não sou protestante porque esta diluição do protestantismo e a perda dos valores típicos do Cristianismo, estão na lógica do principal fundador Martinho Lutero; que apregoava o livre exame da Bíblia ou a leitura da Bíblia sob as luzes exclusivas da inspiração subjetiva de cada protestante; cada qual tira das Escrituras "o que bem lhe convém". R - A objeção acima é uma repetição. Já falamos sobre o livre exame que é uma bênção, pois Deus ordena que todos leiam a Sua Palavra. Vejamos. "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Tm 2.15). "Bem-aventurados aquele que lê, e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia..."(Ap 1.3); "Bem-aventurado o homem que...tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite" (Salmo 1.1-2); "Examinais as Escrituras..." (Jo 5.39); "Estes foram mais nobres do que os de Tessalônica, pois de bom grado receberam a palavra, EXAMINANDO CADA DIA nas Escrituras..." (Atos 17.11). Logo, cai por terra o argumento do livre exame. A Escritura é para ser lida e examinada livremente. Não retiramos das Escrituras o que bem nos convém, porque nela tudo convém. 20- Concluindo! Não sou protestante porque Maria Santíssima disse: Desde agora, todas as gerações me chamarão de Bem-aventurada; (Lucas 1.48), e nos cultos protestantes, seu nome, sequer é mencionado. Caiu no esquecimento. Quem cumpre (Lucas 1.48) é somente a Igreja Católica Apostólica Romana. R - Deus não divide sua glória com ninguém (Is 42.8). Ele é soberano e somente a Ele devemos adorar (Mt 4.10). Maria morreu. A tentativa de comunicação com os mortos é abominação ao Senhor (Is 8.19;


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

O QUE É RELIGIÃO



O que é religião?. O homem é um ser religioso, Deus já o fez  assim, e onde quer que se encontrem seres humanos encontra-se vestígios de religião. A palavra “religião” vem do Latim religare e, na sua essência, significa “ligar-se novamente”, o que em si mesma já transmite a idéia de que o homem está  separado. Bom isso é na questão teológica. Em Gn 3. 1-24 mostra como se deu essa separação, que chamamos de queda do homem.  Agora deixo a minha opinião aqui, qual é a verdadeira religião? De acordo na  explicação  teológica acima foi falando o que é religião. O homem se separou de Deus de acordo com Gn 3  por desobediência a seu criador. Quando isso ocorreu Deus continuou sendo Deus, até porque a criatura mesmo afastado de Deus não pode, anular Deus, e nem  o faz  deixar de ser Deus, ele continua sendo uni presente, uni ciente, uni potente. Eu penso que o homem já mais pode, se conectar com Deus sem que ele primeiramente se revela ao homem, porque a fraqueza do homem é afastar-se de Deus, e não buscá-lo. Para o homem ser atraído para Deus só é possível, pelo o próprio Deus- poder do alto- sem a qual os olhos do homem não pode  abrir-se para compreender o Senhor.  Como iremos saber de Deus sem que, ele se  revele. A partir do momento que Deus se revela, temos consciência da sua realidade, não somente do esterno  mas, do interno,( fé)  esse interno é, seu espírito no crente é, invisível. Se Deus não nos chamar, com chamado interno e pela sua graça, não o conhecemos de verdade e ficamos com  nossas religiosidades, mesmo tendo o livro que chamamos de Bíblia. Foi o que Jesus disse para os religiosos de sua época; João 5. 39. Vós examinais criteriosamente as Escrituras,porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testemunham acerca de mim. Jesus não estava elogiando eles mas, criticando, porque eles tinham zelos daquilo que eles, não conheciam a, letra mata mas o espírito é vida. Estavam querendo se ligar a Deus, de forma religiosa- (Isso é religião). É o homem tentando se ligar a Deus, com costumes tradições e objetos de praticas  religiosas palpável e visível  restrições disso ou daquilo, ou de doutrinas filosóficas humanas. Nada contra uma pessoa adquirir conhecimento teológico filosófico tecnológico científico ETC. Isso é só conhecimento do homem natural. O conhecimento intelectual limitado dos homens, não pode conhecer Deus, como diz Paulo em primeira coríntios 1.20. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus  louca a sabedoria do mundo  Continuo dizendo se Deus não se revelar aos seus isso é, no coração, e  de forma alguma entendemos de verdade o Deus de amor e misericórdia.  Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação. Jesus veio em busca dos eleitos, ele se revela para a salvação do homem, João 3. 16. Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 15. 9. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia. João 15, 16 Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros. Ef 1, 4 assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor. 2 Timóteo 1; 9 que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos. Isso não tem nada haver com religião. É Deus que vem até ao homem e não é o homem que se liga a Deus de uma forma e outra. Veja Tiago fala de religião,   o que é religião no qual Tiago esta falando? É entre religar pessoas com pessoas no amor fraternal, no cuidado uns para com os outros,  isso agrada a Deus, nada de religar o homem com Deus através de um ritualismo, é o amor uns com os outros, não horizontal, mas vertical.  Tiago 1. 27.  A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.  Jesus não fundou nenhuma religião a qual o homem pode se ligar a ele, mas ao contrario, ele veio do céu ou seja revelou-se  a nós, é Deus se reconciliando com homem, através do cordeiro, a saber Jesus Cristo.  

Por. Valdir Davalos.

QUE NOJO

PRECISAMOS DE CRISTO.As doutrinas os dogmas, nas igrejas criaram pessoas sem amor,sem misericórdia, tem muitos que estão doentes.......C...