terça-feira, 19 de junho de 2012

AMILENISTA-ou-POS-MILENISTA


Raniere Menezes:
NOVIDADE:

Mais um meio de guardarmos nossos registros na Rede: http://www.scribd.com/doc/38280903/A-verdade-escatologica-e-AMILENISTA-ou-POS-MILENISTA

Esse foi apenas o primeiro doc. ;) :D
joabe:

   Estou estudando  o pós milenismo (Raniere estou terminando de ler aqueles livros) e gostaria que os defensores desta linha interpretativa analizasse esse argumentos que postarei  ;)
joabe:
    "CRÍTICA AMILENARISTA AO PÓS-MILENARISMO


  Richard B. Gaffin Jr. levanta quatro críticas principais ao pósmilenarismo,do ponto de vista da teologia reformada conservadora.
  A primeira é que ele “‘de-escatologiza’ a existência presente (e passada) da igreja”. Para o pós-milenarismo, a “era de ouro” está sempre no futuro. Isto contrasta com a visão do Novo Testamento, que afirma “que o reinado escatológico de Cristo inicia já na sua primeira
vinda, culminando em sua ressurreição e ascensão”. Gaffin reconhece que alguns pós-milenaristas realmente consideram o milênio já acontecendo durante todo o período entre os dois adventos de Cristo.

Ele argumenta que a questão principal não é se o milênio iniciou quando Cristo veio pela primeira vez, mas “que implicações são tiradas deste reconhecimento [...] A vitória do milênio é apenas uma expectativa futura ou também uma realidade presente?”

   Uma segunda crítica é o que Gaffin considera sua “reserva mais
substancial”. Refere-se à negação prática do aspecto do “sofrer com Cristo”, que caracteriza a Igreja durante o período entre os dois adventos. Gaffin usa passagens como 2 Co 4.7-11; Fp 3.10; Rm 8.17ss.
para mostrar que uma visão triunfalista da igreja durante este tempo vai contra o testemunho do Novo Testamento.

   A terceira reserva que Gaffin tem em relação ao pós-milenarismo é que este priva a igreja da expectativa do retorno iminente de Cristo.
A urgência e realidade da vigilância perdem seu valor diante destas.Há pontos de contato entre o amilenarismo e o pós-milenarismo. Hoekema, em sua resposta ao capítulo de Boettner (no livro, Four Views), aponta quatro aspectos nos quais há concordância: (1) a maneira como o reino de Deus se amplia hoje, i.e., através da obra do Espírito Santo e da pregação do evangelho; (2) o retorno visível de Cristo e a subseqüente ressurreição dos mortos e o julgamento geral; (3) uso tanto de interpretação literal como de figurativa da Escritura; (4) uma interpretação não-literal do milênio como um período que dura mais de mil anos.

  O ponto de discordância refere-se a “como devemos entender o milênio“ (Four Views, 149).
 Chilton, em seu Paradise Restored, diz: “Este mundo tem dezenas de milhares, talvez centenas de milhares de anos de crescentes bênçãos a sua frente antes da segunda vinda de Cristo”.
Gaffin comenta apropriadamente: “Esta predição, ao contrário das profecias de Hal Lindsay e outros, pode ser imune ao embaraço da não-confirmação nos eventos do futuro imediato, mas está no mesmo nível de cálculos quiliásticos”.
Uma dificuldade final na abordagem pós-milenarista, para Gaffin, é a negação prática de uma tensão importante que o Novo Testamento anuncia para a vida cristã neste mundo e em relação ao próprio mundo.
Conforme 1 Co 7.29-31,61 há uma tensão na maneira como os cristãos vivem durante este breve tempo, até que este mundo passe.
Para Gaffin,parece que o pós-milenarismo reconstrucionista omite ou ao menos emudece substancialmente este “como se não” (hos me) paulino, esta tensão paradoxal do ‘desinteresse completamente envolvido’ ou, se preferir,"envolvimento desinteressado" nas coisas deste mundo. [...] Esta tensão [...] reflete uma qualidade essencial do próprio Evangelho; ela exibe uma dimensão daquela ‘ofensa’ e ‘loucura’ referidas por Paulo, que a incredulidade inevitavelmente atribui ao Evangelho (1.23). Certamente o equilíbrio que buscamos aqui é difícil de manter; não há fórmulas fáceis ou sistemas
óbvios. O caminho que a igreja é chamada a seguir até a vinda de Cristo, caminho permanentemente exigente, que frequentemente nos deixa perplexos, pode ser negociado somente na medida em que vivemos
por fé e não pelo que vemos (2 Co 5.7). [...] a fé permanecerá alerta para não ser tirada do equilíbrio – seja pelas tendências pré-milenaristas (ou amilenaris-. “Uma consideração básica é que de acordo com o Novo Testamento, Cristo poderia ter voltado a qualquer tempo desde o ministério dos apóstolos; tudo o que se esperava a partir das profecias, exceto o retorno de Cristo e suas consequências, foram satisfeitas no decurso da história da redenção, terminando com o ministério deles“
  
  
   *Richard B. Gaffin, Jr. é um teólogo calvinista,ministro presbiteriano professor de Bíblia e Teologia Sistemática no Seminário Teológico de Westminster em Filadélfia , Pensilvânia .
 
   *Harold Lee "Hal" Lindsey ([/b]nascido em 23 de novembro de 1929) é um americano evangélico e cristão escritor. He is a Christian Zionist and dispensationalist author. Ele é um cristão sionista e dispensacionalista autor. He currently resides in the Palm Springs area of Southern California. 

[/i]
Wagner SP:
Bom primeiramente eu quero agradecer a todos por esse excelente tópico, terminei de ler ele todo agora..rss. Eu era dispensacionalista, conheci a fé reformada me tornei pré histórico, conheci os puritanos e o pós e fiquei simplesmente encantado. Textos como Sl 2, 110 e outros começaram a brilhar diante dos meus olhos, as parábolas do Reino, com suas afirmações como: "um homem semeou boa semente em seu campo...a boa semente é os filhos do Reino e o campo é o mundo", me ajudaram a abandonar um pessimismo q tinha q aceitar porque era bíblico, e abraçar um otimismo advindo da pormessa do PAI ao Filho e da Ressurreição deste. Claro a questão ainda não esta resolvida para mim, tipo existem profecias no AT q como o Gruden diz exigem um cumprimento q não pode ser nem a eternidade e nem espiritualizado - mas ai me vem uma questão: é legítimo pegar certas profecias do AT q são usadas para falar do milênio e interpretá-las falando ainda do milênio, só q com uma visão pós? (por exemplo Is. 11). Além disso, caso não me engane, na teologia do Franklin e do Alan, se faz uma critica ao pós, dizendo q ele não leva em conta passagens como as de Timóteo q diz sobre os tempos difíceis (acho q foi o Raniere q tratou disto, falando q o tempo difícil era o do Timóteo)..tinha pensado nisso e procurei entender essa "tensão" entre idade de ouro e tempos difícieis usando a ideia de Edwards sobre o avanço e recuo das ondas...bom, estou aguardando o tratamento das criticas enviadas pelo joabe, principalmente a treceira...acho q a primeira não faz muito sentido, já q o Reino esta crescendo até se tornar a árvore na qual os passaros fazem seus ninhos, e em relação ao sofrimento, com certeza enquanto estivermos nesse mundo caído - mesmo em processo de restauração - não irá faltar oportunidades para se sofrer com Cristo..
LMB:
Vi o texto de uma amilenista criticando o pos-milenismo. Porém, numa sintese apertada:

1) Apontou em certos detalhes o embasamento do pos-milenismo
2) Criticou sem justuficar os apontamentos
3) Concluiu favorecendo o amilenismo sem justificar

http://www.cprf.co.uk/languages/portuguese_preterism.htm

Caso queiram opinar ...
Fonte:  www.monergismo.com

sábado, 16 de junho de 2012

Os cristãos reformado têm um grande desafio para nossos dias:manter sempre, diante do coração e da mente, os motivos propulsores da Reforma Protestante do século XXI, com a questão das indulgências(compra de perdão dos pecados),a idolatria, as relíquias, a infalibilidade papal, entre tantos outros dogmas e princípios.


Os  cristãos reformado têm um grande desafio para nossos dias:manter sempre, diante do coração e da mente, os motivos propulsores da Reforma Protestante do século XXI, com a questão das indulgências(compra de perdão dos pecados),a idolatria, as relíquias, a infalibilidade papal, entre tantos outros dogmas e princípios.

Podemos lembrar que, ao inspirar os reformadores a darem início ao movimento, o Espírito Santo tinha como objetivo principal a saúde espiritual do corpo de Cristo (a Igreja), que havia se desviado completamente do seu chamado original, Mateus 28: 19-20, e estava trilhando caminhos opostos ao “Ide” de Jesus.
 
 A necessidade de estudar os princípios da reforma
O mundo latino conheceu as expressões doutrinárias: Sola Scriptura (Somente a Escritura), Solus Christus (Somente Cristo), Sola Gratia (Somente a Graça), Sola Fide (Somente a Fé) e Soli Deo Gloria (A Deus somente a glória). Mas muitos podem perguntar se há relevância em estudar essas questões nos dias atuais. A resposta está no fato de que muitos dos problemas daquela época estão bem presentes em nossos dias, e no meio evangélico.
Vejamos, por exemplo, o evangelho pregado por algumas denominações neopentecostais. A ênfase está no “eu”, no “ego” de quem está ouvindo a mensagem, e não em Cristo ou em Sua Palavra. Isso contraria dois princípios da reforma: somente a Escritura e somente Cristo. A falta de conhecimento das doutrinas ensinadas pelos reformadores faz muitos líderes, pregadores e evangelistas cometerem erros desastrosos para o Cristianismo.
Um deles é o culto que deveria ser teocêntrico (Deus como centro), e se torna antropocêntrico (o centro é o homem, o ser humano), contrariando um ponto fundamental da reforma: a Deus somente a glória. Essa contrariedade se torna visível por causa da ênfase exagerada dada à prosperidade financeira ou à questão da cura divina como sendo primordiais para a manifestação de Deus.
Os cristãos reformados e renovados têm o dever de cultivar uma vida espiritual sadia e equilibrada, tendo como base a soberania de Deus. O Senhor sabe muito bem quais são as necessidades e dificuldades de seus filhos, antes de serem proferidas por nossos lábios em oração. Então, devemos orar apresentando nossas petições? Certamente que sim! Devemos crer que “tudo o que pedimos em nome de Cristo” Ele nos concederá? É claro que sim!
Contudo, nossa posição é de servos, não de senhor. Não estamos em condições de exigir nada. Qual o melhor caminho a seguir? Estudarmos a Reforma e voltarmos aos seus princípios: somente a Bíblia, somente Cristo, somente a Graça, somente a Fé e, a Deus, somente a glória. Vejamos dois deles.
 
Sola Scriptura: “Somente a Escritura”
Timothy George afirma: “Todos os reformadores estavam convencidos daquilo que Zuinglio chamou de ‘a clareza e certeza da palavra de Deus’ ...Eles eram irrestritos em sua aceitação da Bíblia como a única e divinamente inspirada Palavra do Senhor”. A Escritura Sagrada é autoridade única e também suficiente para nortear a Igreja de Cristo. Ela é a verdadeira base para se evitar os erros doutrinários da atualidade.
As experiências humanas jamais devem ser colocadas no mesmo nível de autoridade que as Escrituras, pois a Escritura Sagrada é a fonte de todo posicionamento cristão. Ela é a verdadeira base para alicerçar a fé de todo crente em Jesus Cristo: “De sorte que a fé é pelo o ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”, Rm 10: 17. A leitura da Bíblia produz conhecimento, bem-estar espiritual e um viver cristão saudável. Ela é a espada do Espírito Santo, que convence cada um do “pecado da justiça e do juízo”. As experiências espirituais servem como testemunho da ação de Deus.
As profecias, visões, revelações escritas em outros livros jamais devem assumir o lugar da Palavra de Deus e nem direcionar o caminho daqueles que seguem a Jesus. Tudo que for contrário à Palavra deve ser rejeitado: "Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema”, Gl 1: 8.
 
Solus Christus: “Somente Cristo”
Cada pessoa tem o seu jeito de ser, sua personalidade, seu estilo, e cada reformador tinha seu próprio modo de transmitir as verdades sobre a centralidade de Cristo. Mas eles não abriam mão da verdade de que existe “um só mediador entre Deus e o homem, Cristo Jesus, homem”, 1Tm 2:5. Por exemplo, Zuinglio insistiu que: “Cristo é o único caminho que leva à salvação para todos os que existiram, existem e existirão” - (Timothy George. Teologia dos Reformadores. p. 310).
No decorrer da história sempre houve pessoas tentando substituir a pessoa de Jesus. Por exemplo, o Catolicismo Romano passou a prestar culto a Maria já no século V d.C., o culto às imagens, no século VIII d.C., e a canonização dos santos, no século X d.C. Instituiu também o sacerdotalismo, que colocava a salvação e a comunhão com Deus nas mãos dos sacerdotes. O pecador não mais era responsável perante Deus e sim perante o sacerdote. A Reforma faz com que Cristo ocupe o seu lugar na igreja e na vida das pessoas.
João Alves dos Santos, em As Doutrinas da Reforma, afirmou: “O que o catolicismo ensina a respeito de Cristo não é diferente daquilo que professamos em nossos credos. A encarnação, nascimento virginal, divindade, morte vicária e ressurreição são cridas e ensinadas. O problema é que a Igreja Romana não crê na suficiência e exclusividade da obra de Cristo para a salvação. Maria é erigida à posição de intercessora e até co-redentora (não oficialmente, ainda) e os santos entram também com os méritos de sua intercessão para a obra salvífica” - (www.monergismo.com).
A Bíblia é categórica em reformar a mente de seu leitor quando afirma: “E em nenhum outro há salvação; porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, At 4: 12. As idéias, as formas de pensar e os conceitos de qualquer ser humano são mudados, reformados, quando essa pessoa passa a ler a Palavra de Deus. Ali ele entende quem merece o centro de nossa vida. Antes de ser assunto ao céu, Jesus afirmou: “É-me dado todo o poder no céu e na terra”, Mt 28: 18. É imperativo conhecermos os pensamentos dos reformadores.
 Conclusão
Os dias atuais desafiam a que voltemos aos ideais dos reformadores, porque eles nada mais fizeram do que se voltarem aos ideais apostólicos: “nós perseveraremos na oração e no ministério da Palavra”, At 6: 4. Para aqueles que estão com dificuldades de aceitar uma reforma pessoal, Paulo afirma que“toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir com justiça”, 2Tm 3: 16. Os reformados precisam sempre estar se reformando a partir das Escrituras Sagradas. É tempo de praticar os ideais da Reforma.
Por: Gedison Cardoso da Silva é pastor da IPRB .

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O que significa levita?



No Antigo Testamento o povo de Israel era formado por tribos. Essas tribos descendiam dos doze filhos de Jacó. Uma das tribos era a tribo de Levi, que era um dos doze filhos de Jacó. Todas as pessoas que faziam parte da tribo de Levi eram chamadas de levitas.

O nome levitas também veio a ser aplicado aos homens que ajudavam os sacerdotes nos serviços do tabernáculo e, mais tarde, no templo construído por Salomão.

“mas incumbe tu os levitas de cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; eles ministrarão no tabernáculo e acampar-se-ão ao redor dele.” (Nm 1. 50)

Os levitas tinham a função do sacerdócio dada por Deus a eles [para Arão e seus filhos]. Executavam o louvor, sendo cantores e instrumentistas [isso foi no tempo do rei Davi]. Faziam a arrumação e manutenção do tabernáculo e do templo. Atuavam como guardas, porteiros, padeiros, enfim, tudo que era relacionado ao que era realizado no tabernáculo ou no templo era de responsabilidade dos levitas. Era proibido que alguém de outra tribo fizesse este trabalho, pois era designado por Deus aos levitas.

“porque havia sempre, naquele ofício, quatro porteiros principais, que eram levitas, e tinham a seu cargo as câmaras e os tesouros da Casa de Deus.” (1Cr 9. 26)

“Quenanias, chefe dos levitas músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era perito nisso.” (1Cr 15. 22)

Os levitas mais famosos são Moisés, que era da tribo de Levi, e Arão, que era da tribo de Levi e ainda serviu como o primeiro sumo sacerdote no tabernáculo construído no deserto.

Não há menção de levitas na igreja de Cristo encabeçada pelos apóstolos. Hoje, todos somos chamados para servir de alguma forma, de acordo com o dom que nos é dado por Deus.

Por André Sanchez
Série o que significa isso?

quinta-feira, 14 de junho de 2012

TRIUNFANDO PELA APROPRIAÇÃO DAS PROMESSAS DE DEUS PAI EM CRISTO - II COR 1:15-2:1


TRIUNFANDO PELA APROPRIAÇÃO DAS PROMESSAS DE DEUS PAI EM CRISTO - II COR 1:15-2:1
     Havia uma problema na relação de Paulo com os corintos: ele prometera ir a Corinto (v. 15-16), mas por motivos alheios à sua vontade esta visita acabara não acontecendo. Seus opositores aproveitaram a situação para caluniá-lo dizendo que ele era “leviano e inconstante” (v. 17). Este desgaste trazia outra implicação mais grave: se não podiam confiar nas promessas pessoais de Paulo, não podiam igualmente acreditar nas promessas que Paulo afirmava que Deus fazia. Sem delongas, com firmeza e objetividade, Paulo faz a sua defesa afirmando que não fora leviano nem incoerente (v. 17). Ele apenas não foi a Corinto porque decidiu poupá-los de uma palavra mais dura....(v. 23, 24, 1).     Em meio a estas diferenças Ele pegou um “gancho” para traçar um paralelo maravilhoso das suas promessas com as promessas de Deus.... (v. 18-22), onde evidenciou que há uma relação direta entre as promessas de Deus e Jesus Cristo. O foco de nossas reflexões em 2012 é o TRIUNFAR SEMPRE EM CRISTO, baseado em II Co 2:14 “Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento”. E a maneira pela qual Deus nos conduz em triunfo é PELA APROPRIAÇÃO DAS PROMESSAS DE DEUS PAI EM CRISTO.
I – O PAI É FIEL: ELE CUMPRE SUAS PROMESSAS (v. 18)
1. Cumprimento comprovado
   “Eis que, já hoje, sigo pelo caminho de todos os da terra; e vós bem sabeis e todo vosso coração e de toda a vossa alma que nem uma só promessa caiu de todas as boas palavras que falou de vós o Senhor, vosso Deus; todas vos sobrevieram, nem uma delas falhou” (Js 23:14)
   “Bendito seja o Senhor, que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que prometera; nem uma só palavra falhou de todas as suas boas promessas, feitas por intermédio de Moisés, seu servo” (I Rs 8:56).
    Não existe na história bíblica bem como na história da igreja nem uma pessoa sequer que, tendo confiado nas promessas de Deus, tenha tido a decepção de não experimentar o cumprimento delas...
2. Cumprimento permanente
    “O Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade” (Sl 100:5).    “Mui grande é a sua misericórdia para conosco e a fidelidade do Senhor subsiste para sempre” (Sl 117:2).
    Promessa divina não é uma “realidade do passado” irrelevante para hoje.... Deus Pai cumpriu, cumpre e continuará cumprindo as Suas promessas!
3. Cumprimento diferenciado
   “Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que se arrependa. Portanto, tendo ele prometido não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá”? (Nm 2319)     
   É comum recebermos promessas de homens que nunca são cumpridas (ex.: eleições). Na verdade nós também, por mais que tentemos, não conseguimos cumprir  todas as promessas que fazemos... Mas Deus, indubitavelmente, leva a sério todas as Suas promessas, cumprindo cada uma delas na hora exata!
         II – AS PROMESSAS DO PAI SÃO CUMPRIDAS EM CRISTO (v. 20)  1. Cumprimento completo
   a) Aqui  e agora –  Ef 1:3“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”; I Co 1:30 “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se tornou da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”
      Tudo o que nós precisamos até o final de nossa existência está em Jesus...
   b) Na eternidade – I Jo 2:25 “esta é a promessa que Ele mesmo nos fez: a vida eterna”; I Jo 5:11-12 “o testemunho é este – que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está no seu Filho; aquele que tem o Filho tem a vida, aquele que não tem o Filho não tem a vida; estas coisas vos escrevi a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus”
   Não há, em hipótese alguma, qualquer dúvida de que a promessa da vida eterna planejada pelo Pai e executada por Jesus será plenamente cumprida: “tudo está consumado”! (Jo 19:30)
2. Cumprimento para todos
    As promessas não são privilégios para cristãos especiais, superdotados, supercrentes, reconhecidos eclesiasticamente como pessoas abençoadas que, em função de suas aparentes eficiências, alegam possuir diante de Deus mais crédito do que outras. Pelo contrário, sem qualquer discriminação ou preconceito, o Pai cumpre em Jesus todas as suas promessas (Fp 1:6).
3. Cumprimento glorificador do Pai (v. 20 “porquanto também por Ele é o amém para glória de Deus...”)
   “O meu Deus, segundo a Sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades; ora, a nosso  Deus e Pai seja a glória pelos séculos dos séculos, amém” (Fp 4:19-20).
   Há uma conexão completa entre o Pai, Jesus e nós: o Pai promete a nós toda a Sua riqueza, mas nós não temos por nós mesmos condições de ter acesso a ela pois somos incrédulos, inconstantes, relápsos, indiferentes, distraídos, pecadores miseráveis. Então Jesus, como perfeito mediador, nos liga ao Pai e viabiliza a experimentação das Suas promessas, não para que simplesmente sejamos supridos, mas para que no Seu suprimento o Pai seja glorificado.
  4.  Cumprimento comunitário (v. 19, 20, 21 “...  por nosso intermédio”)
    Na conexão de cumprimento das promessas do Pai, em Cristo, na vida dos coríntios havia outro elo importante: o próprio apóstolo Paulo (v. 20). È o Pai quem promete, o Filho quem concretiza a promessa, mas esta concretização se dá num contexto comunitário. Por isso Paulo dizia com firmeza: “a nossa glória é esta, o testemunho da nossa consciência,  de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco”  (II Co 1:12). Paulo vivia na “graça”, por isso se via como um canal dela para os crentes de Corinto . O Pai quer cumprir Suas promessas em nós por meio de Cristo, mas Ele faz isto no contexto comunitário (Sl 133:1).
    III – AS PROMESSAS DO PAI CUMPRIDAS EM CRISTO SÃO CONFIRMADAS PELO ESPÍRITO (v. 21-22)
1. Confirmação pelo “selo” (v. 21, Ef 1:13 “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados, com o Santo Espírito da promessa”).
    O Espírito Santo,  apresentado primeiramente como promessa (Lc 24:49, At 1:4) e depois no pentecostes como  realidade  (At 2:16-21) é o confirmador da aliança que o Pai fez conosco em Cristo. Há, portanto, uma perfeita harmonia do Pai, Filho e Espírito Santo, convergindo para o objetivo de nos levar à experiência transformadora da apropriação das promessas de Deus.
2. Confirmação pelo “penhor” (v. 22, 5:4-5 “Na verdade, nós que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida; ora, foi o próprio Deus que nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito.”     A obra do Pai e de Jesus em nós é completa e perfeita. Mas para que não tivéssemos qualquer sombra de dúvida sobre Sua eficiência, Eles nos conectaram com o Espírito Santo, que nos proporciona uma garantia de pleno uso da promessas até o final de nossas vidas!
      CONCLUSÃO: somos desafiados hoje a triunfar em Cristo pelas Sua promessas.... 1.  Conhecendo as promessas gerais....
     Ganhamos, em Cristo, o maior de todos os presentes que poderíamos receber – todas as promessas de Deus Pai – mas, infelizmente, nem nos damos ao trabalho de “abri-las” = conhecê-las....   2. Conhecendo as promessas específicas...
    As promessas são as mesmas para todos os que estão em Cristo, mas a vivência delas se dá de forma pessoal, personalizada, particularizada..., ou seja, o Pai tem um plano específico delineado para cada um de Seus filhos no qual Ele revela em detalhes o que deseja de nós. Esta revelação vem através da Palavra do Pai (Is 30:21), da paz de Cristo (Col 3:15),  do testemunho do Espírito (Rom 8:16, At 13:1-3) e das circunstâncias....
3. Apropriando das promessas pela fé (Rom 4:18-21 “Abraão, esperando contra a esperança, crê,  para vir a ser pai de muita nações, segundo lhe fora dito – assim será a tua descendência. Em sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, na duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera”; Hb 11:1-3)
     As promessas de Deus já foram reveladas nas Escrituras, estão à nossa disposição, têm o sim em Jesus, mas nunca serão realidade em nossas vidas se não houver em nosso coração fé apropriadora
4. Perseverando (Hb 10:35-36 “Não abandoneis a vossa confiança, ela tem grande galardão; com efeito, tendes necessidade de perseverança par que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa”)
     As promessas são experimentadas pelos que persistem confiantemente na caminhada da fé....

PAGANISMO CRISTÃO.

CRISTIANISMO ESTA AINDA SEM CONHECER O EVANGELHO,QUANDO SE DIZ VAMOS FAZER PEREGRINAÇÃO,OU PROCISSÃO,OU ROMARIA ATÉ UM TEMPLO LONGÍNQUO COM ...