quinta-feira, 24 de agosto de 2017

CONTRIBUIÇÃO

Contribuindo para o Reino de Deus
Os abusos quanto ao levantamento de recursos financeiros praticados por igrejas neopentecostais acabaram por tornar bastante delicada a questão da contribuição financeira nas igrejas evangélicas em geral. O abuso, porém, não invalida a realidade de que as igrejas genuinamente­ evangélicas precisam de recursos para manter seus trabalhos regulares. A Bíblia nos ensi­na várias coisas acerca do dinheiro.
1) De quem é o dinheiro? Todas as riquezas que existem no mundo pertencem a Deus, por direito de criação (Salmo 24.1) e por direito de capacitação, isto é, é Deus quem nos dá saúde, forças e oportunidades para ganharmos dinheiro (Deut 8.18). O cristão deve se consci­en­tizar­ de que ele é apenas gerente­, e não dono dos recursos de que dispõe.
2) Deus tem um plano para o dinheiro­ que nos confia.
• Devemos suprir as nossas necessidades e da nossa família. Deus sabe que temos necessidades (Mateus 6.31-32) e que o dinheiro­ é usado­ para supri-las (Atos 20.34).
• Deus deseja abençoar outros por nos­so intermédio. Devemos usar nossos recursos para ajudar os irmãos que estão passando por necessidade (Romanos 12.3), aqueles que são pobres (Deut 15.7-8). Um grande exemplo disto são os crentes de Corinto (leia 2Coríntios 8 e 9).
• Devemos usar o dinheiro­ para sustentar a obra de Deus neste mundo, através das contribuições regulares e proporcionais que fazemos para a Igreja e organizações evangélicas envolvidas com a evangelização do mundo e as obras sociais. Os legítimos obreiros cristãos são dignos de receber seu sustento das igrejas, como Jesus e Paulo ensinaram (Lucas 10:7; 1Coríntios 9:1-12). Para alguns, a contribuição por meio de dízimos é a correta (Malaquias 3:10). Todavia, o que importa é que nossa contribuição seja regular, proporcional ao que recebemos de Deus e dada de coração.
• Através do dinheiro, Deus quer mostrar seu poder e bênção, suprindo as nossas necessidades (Mateus 6.33), despertando assim gratidão em nosso coração (Deut 8.18) e recompensando fielmente os que contribuem de forma voluntária e regular para sua obra (2Coríntios 9:1-11).
Todo cristão sincero deveria refletir sobre o uso que faz do dinheiro, lembrando que prestará contas a Deus, como um gerente presta contas ao proprietário.
3) Princípio gerais para o uso do dinheiro.
A Bíblia nos ensina muitas coisas sobre como devemos gastar o dinheiro que Deus nos permite ganhar. Quando observamos estes princípios, podemos evitar mais facilmente a escravidão financeira. Eis aqui alguns deles.
• Aprender a gastar sabiamente. Devemos planejar nossos gastos (Lucas 14.28-30; Provérbios 19.2) e parar com despesas desnecessárias (Isaías 55.1-2).
• Não presumir da graça de Deus. Conheci um casal cristão que comprou um bem valioso e pagou com cheque pré-datado, orando para Deus mandar o dinheiro­. O dinheiro não veio, e a coisa acabou na justiça, com péssimo testemunho contra o Evangelho. Não devemos tentar a Deus querendo ter um padrão de vida que é acima dos nossos recursos.
• Praticar a respiração financeira. O Senhor Jesus nos ensina em Lucas 6.37-38 que recebemos na mesma proporção em que damos. É verdade que Deus nos abençoa financeiramente apesar de nossa falta de amor para com outros, mas ele tem prometido abençoar de forma especial os que dão abundantemente para os necessitados.
• Evitar estas coisas o máximo que puder: tomar emprestado para comprar algo que se desvaloriza facilmente (Deut 15.6; Prov 22.7); ficar por fiador de estranhos (Prov 11.15; 17.18), participar de campanhas e sacrifícios promovidos por líderes inescrupulosos, em nome de Deus, que prometem o que Deus nunca prometeu nas Escrituras e que usam a religião como meio de ganhar dinheiro e ficar ricos (1Timóteo 6:1-10).
O dinheiro tem escravizado muitos cristãos. Mas quando aprendemos a usá-lo segundo os ensinos da Bíblia, o dinheiro torna-se instrumento do bem aqui neste mundo.
Augustus Nicodemus Lopes

Resposta a um Padre católico romano

Nem todas as palavras aqui são minhas, www.monergismo.com. Por séculos a igreja católica permaneceu com sua visão deturpado das escrituras, até então antes da reforma ouve tradutores do novo testamento do grego e hebraico para a língua do povo, conforme seu país.Os tradutores traduziram da mesma fonte e diferente de roma para refutar as heresias católica. Graças a Deus que não estamos dependentes da tradução católica mas dos reformadores...hoje eles (católicos) usam a bíblia na missa graças os protestantes, um leigo era proibido ler a bíblia até então porque era em Latim, por isso alguns pré reformadores já estavam traduzindo o novo testamento. O povo católico tem liberdade de ler a bíblia hoje em dia graças aos protestantes..A fonte mais confiável é a do primeiro e segundo século a qual foi escrita pelos os Apóstolos, e nessa época não  existia igreja católica romana.

 O Testemunho Interno do Espírito Santo

O critério essencial é o mesmo que levou ao reconhecimento do Antigo Testamento: o testemunho interno do Espírito Santo na igreja como um todo. É certo, como já foi mencionado, que crentes individuais podem falhar em identificar ou não certos livros como canônicos — especialmente em épocas de transição, como nos primei­ros séculos da igreja na nova dispensação e durante o período da Reforma. Não obstante, o testemunho da igreja como corpo (não como instituição ou indivíduos isoladamente) é o principal critério de verifi­ca­ção da canonicidade das Escrituras.
Isso não significa dizer, entretanto, que seja a igreja quem tenha determinado o cânon. Quem determinou o cânon foi o Espírito Santo que o inspirou. A igreja apenas o reconheceu, o discerniu, pela iluminação do próprio Espírito Santo, que habita nos seus membros individuais. William Whitaker, professor de Teologia na Universidade de Cambridge, no livro Disputation on Holy Scripture, publicado em 1588, e freqüentemente citado na Assembléia de Westminster, resume o papel da igreja como corpo e dos crentes individuais com relação ao reconhecimento do cânon, com as seguintes palavras: “...a autoridade da igreja pode, a princípio mover-nos a reconhecermos as Escrituras: mas depois, quando nós mesmos lemos as Escrituras, e as compreende­mos, concebemos uma fé verdadeira...”[16] — isto é, somos convencidos pelo Espírito da sua veracidade e identidade.
As evidências históricas deste reconhecimento do cânon do Novo Testamento pela igreja são abundantes.
Logo no final do primeiro século e início do segundo (até 120 d.C.), boa parte dos livros do Novo Testamento já era conhecida, citada e até reverenciada como autoritativa pelos primeiros escritos cristãos que chegaram até nós. É o caso da Carta de Clemente de Roma aos Coríntios, escrita por volta do ano 95; das cartas de Inácio de Antio­quia da Síria, bispo que morreu martirizado em Roma entre 98 e 117; da Epístola aos Filipenses, de Policarpo, discípulo de João que morreu martirizado, escrita pouco antes do martírio de Inácio; etc. Apenas a segunda e terceira Carta de João e a carta de Judas não são menciona­das nestes escritos mais antigos; obviamente por falta de oportunidade, visto serem muito pequenas.
Na metade do segundo e no terceiro século, quando já há mais abundância de escritos, preservados,[17] todos os livros do NT são citados, e todos, de modo geral, reconhecidos como autoritativos, embora a canonicidade de alguns livros seja colocada em dúvida ou rejeitada por um ou outro autor antigo. Orígenes de Alexandria (185-250) e Eusébio de Cesaréia (265-340), seguindo Orígenes, por exem­plo, parecem lançar dúvidas sobre Hebreus, 2 Pedro, 2 e 3 João, Tiago e Judas. Neste período, o assunto da canonicidade dos livros foi debatido e defendido, tendo em vista as posições heréticas, como as de Marcião e outros representantes do gnosticismo. Em 367, Atanásio apresenta uma lista dos livros canônicos do Novo Testamento, incluindo todos os vinte e sete livros, e apenas estes. Finalmente, em 397, no Concílio de Cartago, a igreja reconheceu oficialmente todos os vinte e sete livros, e só estes, como canônicos. Esta decisão foi ratificada pelo Concílio de Hipona, em 419.
Origem Apostólica
Pelo lado humano, a origem apostólica foi, sem dúvida, o critério mais importante considerado pela igreja, para o reconhecimento da canonicidade do Novo Testamento. Assim como os profetas (no sentido lato) do Antigo Testamento eram a voz autorizada de Deus para o povo — e de algum modo, todos os livros do AT têm origem profética — assim também a origem apostólica autenticava um livro como autoritativo, e conseqüentemente canônico. Os apóstolos eram as testemunhas autorizadas escolhidas por Jesus, como dirigentes da igreja que surgia. Para os pais da igreja este era o critério mais importante. Fosse possível provar que um determinado livro era de origem apostólica, isso seria suficiente para ser reconhecido como canônico. Por outro lado, havendo dúvida quanto à origem apostólica fatalmente haveria relutância — como realmente houve — na aceitação da canonicidade de um livro.
O fato é que todos os livros aceitos como canônicos eram de autoria apostólica, ou tidos como de origem apostólica. Mesmo Marcos está ligado a Pedro (foi até chamado de Evangelho de Pedro), Lucas e Atos provinham da autoridade de Paulo; e Hebreus era também considerado de Paulo; Tiago e Judas, dos apóstolos que tinham esse nome.     Por Somente A Graça 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

FUNDAMENTOS DA GRAÇA


A Palavra de Deus o apresenta como o ser que controla todas as criaturas e delas dispõe (Dn 4.35; Is 45.7; Lm 3.38), como o Altíssimo (SI 47.2; 83.18), como o governador do céu e da terra (Gn 14.19; Is 37.16) e como aquele contra quem ninguém pode resistir (2Cr 20.6; Jo 41.10; Is 43.13). Ele é o Todo Poderoso que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade (Ef 1.11; cf. Is 14.27; Ap 19.6),

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O QUE É PROPICIAÇÃO?



O QUE É PROPICIAÇÃO?



Paulo se refere à obra salvadora de Jesus Cristo como uma obra de propiciação (Rm 3.25). João também diz que Cristo fez propiciação pelos nossos pecados (1Jo 2.2 e 4.10). A respeito da encarnação de Cristo, o escritor de Hebreus afirma: "Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo." (Hb 2.17). Diante disto precisamos saber o que significa fazer propiciação. Entender o que é propiciação é entender a natureza do que Deus fez por nós em Cristo.



No hebraico do Velho Testamento a palavra propiciação significa "cobrir" (Lv 4.35 - o termo "fazer propiciação" é literalmente "cobrir"). A idéia é de que o pecado ou a pessoa que pecou é coberta diante de Deus. Como diz Habacuque, o Senhor Deus é tão puro de olhos que não pode ver o mal (Hb 1.13) e ficar impassível. Por causa da natureza santa e justa de Deus, o pecado provoca nele uma reação de desprazer, de ira, de indignação e de punição. Por isso a cobertura ou propiciação é provisão de Deus que visa "cobrir o pecado dos seus próprios olhos", desviando, assim, a sua santa ira e seu desprazer.



Desta forma, a propiciação pressupõe a ira e o desprazer de Deus, e o propósito da propiciação é a remoção desta ira. Considerando que todo o esquema sacrificial do Antigo Testamento apontava e prefigurava a obra redentora de Cristo, o significado de propiciação no Antigo Testamento não poderia ser diferente do seu significado no Novo Testamento. No Novo Testamento, assim como no Velho, o conceito significa aplacar, pacificar, acalmar, tornar favorável. Este era o pedido do publicano que orava dizendo: "Ó Deus sê propício a mim, pecador!" (Lc 18.13).



De modo que, fora de Cristo, todos estão condenados. Fora de Cristo estaríamos todos debaixo da condenação da Lei. É também em Cristo e por causa de Cristo que temos propiciação. Fora de Cristo e sem Cristo, Deus continuaria contra nós. Toda esperança que alguém possa ter de ser aceito e recebido por Deus, sem Cristo, é falsa e ilusória.

Rev. Paulo Ribeiro Fontes (Pastor de IP Ebenézer/Santana)

Vivemos pela Lei ou pela Graça?

Vivemos pela Lei ou pela Graça?
Em Gálatas 5.2,3, Paulo orienta os irmãos que se deixavam ser circuncidados que a atitude deles não eram louváveis, pois a circuncisão era uma atitude praticada no tempo da Lei. Paulo disse que tais irmãos, que aceitavam tal prática, deveriam seguir toda a lei. Uma vez que ninguém consegue cumprir toda a Lei (exceto Jesus), Tiago 2.10 afirma que qualquer pessoa que descumprir um só preceito dela será culpado por toda a Lei. Ninguém pode adotar dois métodos de vida para ser aceito por Deus. Ou segue-se toda a Lei ou crê no sacrifício de Jesus e vive-se pela fé nEle. Paulo vai mais fundo e afirma que as pessoas que ainda tentam seguir a Lei, hoje, estão anulando o sacrifício de Jesus (Gl 5.2).
É comum entre nós, ainda que de forma inocente, não proposital, tentar resgatar alguma coisa da Lei na tentativa de sermos aceitos por Deus, de sermos mais santos. A única forma de sermos aceitos por Ele é crer no sacrifício de Jesus e andarmos como Ele andou.
Aqueles que tentam seguir a Lei estão debaixo de maldição e Jesus já se fez maldito por nós e rasgou a cédula que era contra nós. Obras não justificam ninguém. Boas obras são reflexos da nossa vida com Cristo e não requisitos para se alcançar a salvação.
O certo é que não podemos ficar com a Lei e com a graça de Deus ao mesmo tempo. O resumo da Lei é o amor e onde há o amor não há mais lei. Isso porque o cumprimento da lei é o amor (Rm 13.10).
Deus abençoe a todos.

PAGANISMO CRISTÃO.

CRISTIANISMO ESTA AINDA SEM CONHECER O EVANGELHO,QUANDO SE DIZ VAMOS FAZER PEREGRINAÇÃO,OU PROCISSÃO,OU ROMARIA ATÉ UM TEMPLO LONGÍNQUO COM ...